Foi aos 27 de março de 1989 e através do Ofício de nº 001/89, que o, então, Presidente da Assembléia Estadual Constituinte de Alagoas, deputado Francisco Roberto Holanda de Mello (ora, falecido) encareceu ao Ministro Aurélio Prates de Macedo (à época, Presidente do Tribunal Superior do Trabalho) que adotasse as providências necessárias para o encaminhamento, por aquela presidência, ao Congresso Nacional, na forma

do previsto no artigo 112, da vigente Constituição Federal, de um projeto de lei, criando um Tribunal Regional do Trabalho em Alagoas - de modo a atender ao crescente número de demandas, no Estado. Protocolado, sob o nº 5.268/89.5, no TST, o processo, assim formado, teve o andamento de praxe; sendo ouvidos, sucessivamente, o Serviço de Estatística daquele Tribunal - que informou os números (elevados) dos recursos oriundos das Juntas de Conciliação e Julgamento de Alagoas, no anos de 1986 - a 1988 - a Corregedoria-Geral da Justiça do Trabalho, a Diretoria-Geral do Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (em cuja jurisdição estava, então, inserido, o Estado de Alagoas) e demais setores competentes. Por fim, veio o objetivo colimado: o encaminhamento ao Congresso Nacional de um projeto de lei criando o Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região, com sede em Maceió e jurisdição sobre todo o Estado de Alagoas.

Aos 29 de agosto de 1991, o projeto transformou-se em Lei - que recebeu o nº 8.219 e foi publicada no Diário Oficial da União, de 20 do mesmo mês. Alagoas alcançava, enfim, a emancipação da sua Justiça do Trabalho.


Segundo a lei que o criou, o TRT da 19ª Região está composto de oito Juízes - seis Togados e dois Classistas (estes últimos escolhidos em listas tríplices apresentadas pelas diretorias das federações e sindicatos com base territorial na região, para mandatos de três anos, observados os demais requisitos do artigo 661, da vigente Consolidação das Leis do Trabalho)

CRIAÇÃO DO TRT 19ª REGIÃO